Eu não preciso de roupas de marca, nem de roupas super bonitas, para me sentir bem. Eu não preciso beber até cair, para me sentir feliz. Eu não preciso falar da vida dos outros, para me sentir superior. Eu não preciso fazer escândalos, pra ser notada.Talvez eu já tenha errado muito, talvez eu já tenha magoado muitas pessoas. Mas eu aprendi e sei quais são meus erros,E sempre concerto o que eu quebrei, mas concerto aquilo que vale à pena. Sempre peço desculpas.Não quero ser uma pessoa fútil. Nem orgulhosa.Muitas vezes as pessoas devem pensar o contrário de mim. Ou então, esperarem demais de mim. Eu sou um ser humano: tenho meus defeitos. Tenho meus momentos ruins. Não consigo sorrir a todo instante, e também não sei disfarçar tristeza, nem raiva, nem rancor, apenas espero que as pessoas ao meu redor entendam quando eu estiver insuportável de triste, que elas me façam feliz ,pois eu irei fazer o mesmo quando alguém precisar. Eu não quero acumular inimigos, quero apenas estar longe daqueles que não acumulam bons sentimentos. Eu quero poder correr atrás de meus sonhos, sem ter que derrubar ninguém. Eu quero amar alguém pela pessoa que este alguém é, sem importar seu status social, nem dinheiro.Eu ando deletando todo o mal que posso ter causado, ou ignorando o mal que me causaram. E se eu pudesse te dar um conselho, eu apenas diria: “Tente sempre ser uma pessoa melhor” – e que você tire suas próprias conclusões.
De repente, você vê que aprendeu várias coisas. Mas não foi de repente, foi aos poucos. “De repente” não quer dizer que aprendeu rápido. Quer dizer que você não percebe que está aprendendo, até que aprende.
Você olha pra suas fotos antigas e não consegue se enxergar. Você se lembra de frases ditas e atitudes tomadas e as trata como se fosse de outro alguém. Você aprende que não há amor que não acabe, doença que não se cure, não há estrada sem fim. O caminho, sim, é sem fim. Basta torcer para estar percorrendo o caminho certo. Basta perceber que seu caminho é errado e esperar pelo próximo retorno. É uma estrada de duas mãos.
De repente, você se sente cansado de tanto aprender quando, na verdade, você está é cansado de estar rodeado de gente que não aprendeu coisa nenhuma.

